sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Coríntios 13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Homens que casam com mulheres mais novas vivem mais


O que antes era anormal fora do comum e muitas pessoas que praticavam eram criticados pela sociedade, sendo que alguns chegavam até esconder o romance, mas nos dias atuais essa história reverteu sendo praticamente normal pessoas que namoram com uma diferença grande de idade sendo tanto mais novo quanto mais velho.

Em alguns casos a diferença de idade chega de 15 a 20 anos mais velhos ou mais novos, é claro que aparentemente quando vê um casal você acaba meio que constrangido, acha estranho e pensa “nossa como ela está com ele, tão velho”, mas depois acostuma, não existe mais aquele preconceito que existia antes.

Estudos feitos pelo instituto alemão concluíram que homens que casam com mulheres mais novas possuem uma longevidade maior de vida vivem mais. Isso de fato é bem real, pois quando está apaixonado as mudanças logo aparecem inclusive quando se possui um certa diferença, pois os homens de 40 anos estão conquistando mulheres de 20 anos.

Por estar com uma pessoa mais nova acaba mudando sua vida praticando exercícios, andam arrumado e perfumado, mudando de pensamento sendo mais jovem, alterando algumas manias, gostos, na alimentação e até o guardarroupa, isso mesmo as mudanças vêm de todos os lados.

Para eles isso é muito bom terão muito mais anos de vida viveram mais felizes e tendo vontade de viver, entretanto também feito pesquisas revelam que as mulheres que casam com pessoas com uma diferença de idade muito grande sendo tanto mais velho quanto mais novo, sendo percebido que para a maioria das mulheres a idade de seus parceiros não faz diferença, pois o importante é a felicidade que o relacionamento pode proporcionar.

A maioria das mulheres, mais novas ou mais velhas pensam que namorar ou casa com pessoas mais velhas ou mais novas, não importa, o que realmente importa é ser feliz e estar bem.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia das bruxas


IMAGENS




Eu to te vendo..
Procura-se um cachorro!

Você me faz sonhar..
Augusto Gloop e sua ex-namorada!!


Não vi nada, não escutei nada, não falei nada e não fiz nada!!..

Amor entre meninas


Sexo entre mulheres é algo bem maior do que o senso comum sugere.

Quem nunca passou por esta situação: você está numa roda de amigos e amigas, sendo você a única lésbica, conversando sobre sexo, e então um deles pergunta “Mas sabe o que eu não consigo entender? O que duas mulheres fazem na cama?” E todos te olham como se essa fosse a dúvida mais normal do mundo…

Toda vez que me perguntam isso fico sem entender. Não acreditava ser possível as pessoas terem uma visão de sexo tão estreita assim. E isso não inclui somente os heterossexuais: vários gays já me fizeram esta pergunta.

Mas uma cena do The L Word me mostrou que esta é uma visão generalizada. Na cena, Tim (ex-marido de Jenny), ao confrontar Marina sobre o flagra que havia dado nas duas, pergunta se o que duas mulheres fazem na cama pode ser considerado sexo. Marina, sem perder a pose, responde: “Você viu, pode responder por mim.”

Percebi então que o que o senso comum considera como sexo é quase que simplesmente o tempo decorrido entre a penetração do pênis e o gozo. Tudo o que acontece antes e depois disso é considerado preliminar ou supérfluo. E tudo o que acontece sem um pênis não é considerado sexo.Intrigada, fui pesquisar no dicionário (Aurélio e Houaiss):

Sexo: sensualidade, lubricidade, volúpia, sexualidade.Fazer sexo: copular, fazer amor.Copular: unir, ligar, juntar.

Confirmei então minhas suspeitas: o que o senso comum considera como sexo é algo bem menor do que a própria definição do termo sugere. E percebi que nós, lésbicas, somos privilegiadas. Simplesmente porque quando nos relacionamos com outra mulher, já fugimos do senso comum, dos padrões, do que é pré-estabelecido. Temos que ser criativas, abertas, descobrir diversas formas de dar e obter prazer que vão muito além daquele feijão com arroz que a maioria acha que é sexo.

Aprendemos a usar como órgãos sexuais várias outras partes do corpo além da vagina. Aprendemos a usar maravilhosamente as mãos, a boca, os dedos, a língua, as pernas. Aprendemos que o corpo todo deve estar envolvido numa relação sexual, e que podemos sentir prazer com todas as partes dele. E também que existem centenas de acessórios que podemos comprar para provocar sensações diversas.

Mas podemos ir mais fundo nos significados de “fazer sexo”. Se analisarmos as definições acima, podemos considerar sexo todas as preliminares, desde o primeiro beijo. Uma vez que duas garotas estão juntas e existe uma ligação, uma conexão, uma troca, a partir deste momento podemos dizer que o sexo já está acontecendo…

Isso é o mais maravilhoso: perceber que o “fazer sexo” não começa na cama (ou na mesa, no elevador, no chão, dependendo da fantasia de cada uma), mas sim na hora em que o desejo surge. E isso a grande maioria de nós, lésbicas, já percebeu. Porque a natureza das nossas relações faz com que ampliemos nossa visão de sexo e aprendamos a sentir prazer de infinitas outras formas além da tradicional.

Não que todas as relações lésbicas sejam profundas… Mas em todas as relações lésbicas existe, sim, uma ampliação da visão do sexo e do prazer.