sábado, 18 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A manipulação da mídia para manter o povo alienado
Citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’
1 – A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais”.
2 – CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3 – A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4 – A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5 – DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?”Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade”.
6 – UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos.Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7 – MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores”.
8 – ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser idiota, vulgar e inculto…
9 – REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Vale a reflexão em época de eleições. Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência
Albert Einstein
Albert Einstein com a língua de fora
Tirada em 1951, quando o físico tinha 72 anos, a foto revela, no mínimo, uma certa excentricidade de Einstein em meio aos colegas da academia. Einstein era assim: uma figura que saiu do anonimato com trabalhos que mudaram o rumo da física, tornou-se o primeiro cientista “pop” do meio acadêmico, envolveu-se em questões políticas e sociais e, além do Prêmio Nobel e de várias reverências, foi nomeado pela revista norte-americana Time como “homem do século XX”. Tal prestígio marcou grande parte da vida do cientista e criou lendas em volta do, talvez primeiro, cientista-ídolo da história da academia.
O contexto no qual a foto de Einstein foi tirada divide pesquisadores e aficionados pela sua história. A teoria mais aceita é a de ele teria sido fotografado a pedido do fotógrafo Arthur Sasse, que solicitou uma pose para comemorar seus 72 anos. Outras vertentes acreditam que a foto tenha ligação com uma campanha anti-bomba atômica, num contexto pós Segunda Guerra Mundial. O físico pedira que as pessoas encaminhassem cartas ao governo alemão solicitando o fim dos planejamentos nucleares e sugeriu que sua língua fosse emprestada para “selar’ tais cartas. Numa terceira hipótese, Einstein teria sido fotografado na saída de um hospital nos Estados Unidos, também a pedido do fotógrafo. De qualquer maneira, Einstein gostou da imagem, tanto que, de acordo com o jornalista Cássio Leite Vieira, encaminhava a foto para os amigos, autografada.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Qual o tamanho do seu amor
Cientistas americanos conseguem medir o amor
Por Charles Nisz
Vi na Internet – ter, 14 de fev de 2012
Não podia deixar passar em branco o Valentine´s Day (o dia dos namorados nos países de tradição saxônica). Pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA) resolveram responder uma questão que acompanha a humanidade por milênios: é possível medir o amor?
Usando imagens de ressonância magnética e medindo o fluxo de algumas substâncias no cérebro dos voluntários, eles concluíram que é possível medir o amor ou pelo menos como as pessoas se sentem sobre o amor. O resultado virou um curta-metragem chamado "Love Competition".
O diretor é fascinado pela ideia de competições emocionais - ele já tinha feito um filme chamado "Crying Competition". Em "Love Competition", os avaliados tentam amar outra pessoa da maneira mais intensa quanto possível durante cinco minutos.
Segundo os cientistas, a reação das pessoas depois do teste é impressionante. Algumas ficam "bobas" de amor. Mas o rapaz que ficou em último, talvez tenha sido o maior vencedor no longo prazo, de acordo com os pesquisadores.
Depois de realizar os testes, ele descobriu que, na verdade, não amava a ex-namorada. Saiu de braços erguidos, triunfante, pelo laboratório. Ou seja, tão importante quanto saber se você ama, é descobrir quem não te serve. (vi na @Wired)
Traição caipira - só 3 veiz
Mineirim no leito de morte, decidiu ter uma conversa definitiva com a
sua companheira de toda a vida sobre a fidelidade da mesma:
- Muié, pode falá sem medo... já vô morrê mess e prifiro sabê tudim
direitim.... Ocê arguma veiz traiu eu?
- Ô Zé, num fala dessas coisa que eu tenho vergonha....
- Pode falá muié....
- Quero não...
- Fala muié, disimbucha...
- Mió dexá pra lá, Zé.
- Vai, conta...
- Queto Zé, morre em paz...
Depois de muita insistência ela resolveu abrir o jogo:
-Tá bão Zé, vou contá, mais numi responsabilizo...
- Pode contá.
- Ói Zé, traí sim, mas foi só trêis veiz.
- Intão conta sô! Trêis veiz nessa vida toda até qui num foi muito!
- A primera foi quando cê foi demitido daqueli imprego qui ce brigou cum chefe.
- Ué, mas eu fui adimitido dinovo logo dispôis sô..
- Pois é Zé... eu fui lá cunversá cum ele, acabei dano pra ele e ele
ti contratô di vorta.
- Ah, muié, cê foi muito boa cumigo... essa traição num dá nem pra
leva a mar, foi pela necessidade da nossa famía.... tá perdoada. E a
segunda?
- Lembra quando cê foi preso pru modi daquele furdunço que cê prontô na venda?
- Lembro muié, mas num fiquei nem meio dia na cadeia.
- Pois é Zé... eu fui lá cunversá cum delegado e acabei dano pra ele ti sortá.
- Ê muié, isso nem conta também não, a carsa foi justa... imagina ficá
preso lá um tempão. Ocê nem me traiu, foi pela nossa famía e pela
minha liberdade, uai.
E a úrtima?
- Lembra quando cê si candidatô pra vereadô?
- Lembro muié... quase me elegeru.
- Pois é... eu qui ajudei consegui aqueles 1.752 voto...
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
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