sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Amor eterno


Um homem bastante idoso procurou uma clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso. Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa, e ele disse que precisava ir a um asilo de velhos tomar o café da manhã com sua mulher, que estava internada lá há bastante tempo. Sua mulher sofria do mal de Alzheimer em estágio bastante avançado.

Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato de ele estar atrasado.

- Não - disse ele - ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece...

Intrigado, o médico perguntou-lhe:

- Mas, se ela já nem sabe quem o senhor é, por que essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?

O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse:

- É verdade. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem QUEM ELA É.

Enquanto o velhinho saía apressado, o jovem médico sorria emocionado e pensava: “Esta é a qualidade de amor que eu gostaria para a minha vida”.

O lenhador e a raposa


Um lenhador acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.

Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portanto não era um animal confiável, e quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: “Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho!”

Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou em casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com sua boca totalmente ensangüentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou um machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e ao lado do berço uma cobra morta.

Ele não pensou duas vezes...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

HQ - Tirinhas


Torta de liquidificador


TALVEZ...


Talvez eu venha a envelhecer rápido demais, mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena. Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida, mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei, talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais, mas jamais irei me considerar um derrotado, talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda, mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão, talvez um dia o sol deixe de brilhar, mas então irei me banhar na chuva, talvez um dia eu sofra alguma injustiça, mas jamais irei assumir o papel de vítima, talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos, mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção, talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas, mas não terei vergonha por esse gesto.

Talvez eu seja enganado inúmeras vezes, mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança, talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros, mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho, talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades, mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.

Talvez algumas pessoas queiram o meu mal, mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar, talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música, mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos, talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris, mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração, talvez hoje eu me sinta fraco, mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente, talvez eu não aprenda todas as lições necessárias, mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.

Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música, mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações, mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas, talvez a vontade de abandonar tudo se torne a minha companheira, mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo, talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser, mas passarei a admirar quem sou, porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.

E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”, porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia."

Aristóteles Onassis

A árvore dos problemas

Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.

O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.

O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa e, durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.

Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.

Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.

"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.

"Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte."

"E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior..."

HQ - Tirinhas





Só - Edgar Alan Poe


Não fui, na infância, como os outros
e nunca vi como outros viam.
Minhas paixões eu não podia
tirar de fonte igual à deles;
e era outra a origem da tristeza,
e era outro o canto, que acordava
o coração para a alegria.

Tudo o que amei, amei sozinho.
Assim, na minha infância, na alba
da tormentosa vida, ergueu-se,
no bem, no mal, de cada abismo,
a encadear-me, o meu mistério.

Veio dos rios, veio da fonte,
da rubra escarpa da montanha,
do sol, que todo me envolvia
em outonais clarões dourados;
e dos relâmpagos vermelhos
que o céu inteiro incendiavam;
e do trovão, da tempestade,
daquela nuvem que se alteava,
só, no amplo azul do céu puríssimo,
como um demônio, ante meus olhos.

Edgar Allan Poe

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Lenda Oriental


Conta uma lenda popular do Oriente que um jovem chegou a beira de um oásis junto a um povoado e aproximou-se de um velho e perguntou-lhe: "Que tipo de pessoa vive neste lugar?"

"Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?", perguntou por sua vez o ancião. "Oh, um grupo de egoístas e malvados.", replicou o rapaz. "Estou satisfeito de haver saído de lá."

A isso, o velho replicou: "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui." No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião, perguntou-lhe:

"Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?" O rapaz respondeu: "um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las." "O mesmo encontrará por aqui.", respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: "Como é possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta? Ao que o velho respondeu:

"Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares onde passou, não encontrará outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter o controle absoluto.

MORAL DA HISTÓRIA: Coloque dentro de você a idéia do sucesso. O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar vida digna de ser vivida é ter uma atitude mental positiva.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

LOIRA

Meu nome é Gisele- e sou loira legítima....- tenho cabelo loiro, sobrancelha amarela, portanto SOU LOIRA LEGÍTIMA.....mas o caso é o seguinte:

Anteontem, eu estava tomando café na padaria de sempre quando, desesperadamente, precisei soltar gases...... A música estava bem alta, então eu calculei que poderia soltar se fosse em sincronia com o ritmo e bem na hora de um som alto da bateria ou da guitarra....

Foi com grande alívio que pude soltar seguidamente os gases no ritmo da música ... sensação ótima! Vários minutos me aliviando... Fiquei orgulhosa pela sincronia com música, me senti totalmente aliviada.

Terminei meu café tranquilamente e aí eu notei que todo mundo estava me olhando......PQP
Só então, lembrei que eu estava escutando música com o fone de ouvido...............

Traição


O cara chega com sua amante a um motel e lá encontra o carro de seu sogro estacionado. Indignado com a leviandade do sogro resolveu aplicar-lhe uma lição. Rouba o som de seu carro e ainda faz alguns riscos na lataria.

No dia seguinte vai visitar o sogro, que se mostra muito enraivecido.

-Está triste, sogro? Aconteceu alguma coisa? Porque está tão brabo?

Ao que o sogro esclarece:

Como não vou estar brabo, se emprestei meu carro para a descuidada de sua mulher ir à igreja e lhe roubaram o radio e ainda riscaram a lataria!???

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012